E aí gente, faz tempo que eu não apareço aqui.
O tumblr vai bem… e eu achei muito fácil atualizá-lo com fotos e mp3’s e todas as coisas aleatórias que eu não tenho habilidade suficiente pra postar aqui no LJ. Em todo o caso, por que eu tô usando letras maiúsculas?
Então… o tempo tá louco aqui em Franklin. Em uma semana eu vi praticamente todos os meus amigos e fui a muitas festas (se coca-coca e litros de sorvete realmente podem ser considerados como uma festa). Eu fui a um casamento! (inacreditável!) e realmente limpei o interior da Miss Anne (Miss Anne é o meu carro, seu pervertido). Está sendo uma loucura sem parar. Eu tenho escrito muito. E agora, eu acho que preciso me desacelerar. Toda vez que não estamos em turnê, meu tempo se divide entre duas coisas: 1) Curtir à vontade e comer de tudo sem cuidar de mim mesma porque eu não tenho que trabalhar. 2)Se recuperar da curtição. Começar a comer coisas saudáveis de novo, dormir, não falar tanto… essas coisas chatas. Se eu não estivesse rouca, eu não começaria a parte 2 por, pelo menos, mais uns 3 ou 4 dias. Mas eu tomei 5 frozen de yougurt nos últimos 4 dias, e falei até não poder mais. Acho que é hora de crescer um bocadinho. A palavra bocadinho é digna de se esconder de medo. Tive que usar.
Você sabe quando você deixa um prendedor no pulso e quando você tira machuca?
Então, fiquem de olho nas fotos do casamento. (Eu não tirei muitas, mais porque eu esqueci mesmo. Me bate). Algumas fotos do meu tempo em casa… e assim que a gente voltar a ensaiar… o que eu acho que vai acontecer em mais ou menos uma semana… eu vou postar um “menu” com a nova merch. Tudo isso vai estar no tumblr pra que eu possa organizar todos os anexos. A nova merch é sensacional. Estamos pegando designs de muitos amigos nossos e sinceramente, é a melhor e mais coesa linha de merch que já tivemos em muito tempo. Estou orgulhosa dela, sem dúvida.
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abr24Entrevista da Hayley para o ‘The Times’
Por: Matheus às 15:06
Categorias: Entrevistas, Hayley O jornal britânico The Times publicou em seu site uma entrevista com a Hayley, na qual fala sobre sua carreira, desde o início até os dias atuais, com as novas turnês e o sucesso do novo disco. Confira o artigo traduzido:
Franklin é uma pequena e dócil cidade no meio de Tennessee, suas largas e imaculadas ruas, alinhadas aos prédios que parecem de uma cidade de brinquedo, nas quais as bandeiras americanas tremulam orgulhosamente. Fica a mais ou menos 30 km da capital da música Country, Nashville, aonde bares de bluegrass iluminados com neon desenham a paisagem. Mas Franklin parece estar há um mundo de distância. Hayley Williams, vocalista do Paramore, explica o que eu deveria esperar do típico café da manhã Sulista: canjica, pão de minuto com molho ou empanados de frango. No fim das contas, nós duas optamos pelas panquecas de creme de leite.
Enquanto ela fala os detalhes sobre como um simples projeto musical para depois das aulas entre amigos se tornou uma das maiores bandas de rock do mundo, várias visitas à nossa mesa acontecem. Uma envergonhada fã se aproxima, a chama de “incrível” e pergunta se ela conhece a banda Taking Back Sunday (ela conhece). O dono do Puckett’s Grocery & Restaurant, onde estamos tomando nosso café, a agradece por ser uma cliente fiel e a parabeniza, com orgulho cívico, de estar fazendo tanto sucesso. Até o avô de Williams aparece pra dizer oi. É um lugar muito agradável.
“Eu sinto como se eu sempre tivesse sido uma boa menina”, diz Williams, 21, bebendo um chá verde. Ela já lutou contra a laringite no passado, e cafeína e laticínios não são bons para as cordas vocais. “Não que você não possa perceber isso de nós de qualquer jeito. Não é como se fossemos um bando de loucos estranhos”. É por isso que o Paramore é um fenômeno tão grande entre os adolescentes. Eles são legais o suficiente para os fãs se sentirem próximos sem se intimidarem e ainda “agressivos” o bastante (palavra de Williams) para incitar o fogo da rebeldia. E agora, eles estão lotando a Wembley Arena e são a segunda banda mais importante para o dia de rock do Reading & Leeds Festival, enquanto o seu terceiro álbum, Brand New Eyes, vendeu mais cópias na sua primeira semana de lançamento nos Estados Unidos do que o último CD da Mariah Carey (apesar que, comicamente, depois de uma batalha nas listas de vendas, as duas foram vencidas pela Barbara Streisand).
A ascensão do Paramore, e em particular a subida de Williams para o estrelato pop, parece a história de um filme de John Hughes. Ela cresceu no Mississipi, mas mudou-se para Franklin quando ainda era pequena. “Basicamente, minha mãe e meu pai se divorciaram quando eu era muito pequena, e eu tive um padrasto, e depois uma madrasta, mas quando a minha mãe e meu padrasto começaram a ter problemas, nós começamos a fugir bastante.” ela lembra. “Nós moramos em um trailer por seis meses, depois decidimos vir pra cá morar com alguns amigos.”
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visite http:http://www.paramore.com.br
terça-feira, 6 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Apelidos: Spongebob, Sponge, Hayles
Data de Nascimento: 27 de Dezembro de 1988
Local de Nascimento: Meridian, Mississippi
Signo: Capricórnio
Altura: 1,57m
Olhos: Verdes
Na banda: Vocalista
Sobre:
Hayley cresceu em Meridian, Missisipi, ouvindo as musicas que seus pais costumavam ouvir no carro, que era qualquer coisa desde Boston à Aretha Franklin. Finalmente, começou a gostar de ‘N Sync, a quem dá os créditos por ter ou não ter talentos. Ela era sempre muito tímida e tinha muita facilidade em se assustar, mas sabia que queria cantar… e sabia que queria fazer parte de uma grande banda. Quando tinha mais ou menos 11 anos, ela começou a querer encarar a musica seriamente. Por não ter muitas oportunidades de cantar em publico, a não ser na igreja e os shows de talento da escola, ela superou toda sua timidez e assim começou a cantar onde tinha a oportunidade, assim ganhando experiência.
Então, quando tinha em torno de 13 anos, sua família e ela mudaram para Franklin (Tennessee). E imediatamente entrou em uma banda cover de funk/rock chamada The Factory, e foi onde conheceu Jeremy. Eles sempre brincavam que iam estar em outras bandas, e crescer. Fora a musica, ela não tinha mais amigos, então ela parou de ir em escolas publicas e começou a estudar uma vez por semana em outra escola. Em seu primeiro dia lá, conheceu Zac e Josh. Eles já estavam em uma banda, e depois de vê-los tocar ela sabia que queria ser uma parte daquilo. Ela esperou que eles chamassem ela para cantar ou pelo menos para compor uma música ou outra com eles. Finalmente, eles chamaram…
Influências Musicais:
Etta James, Chaka Khan, Jimmy Eat World, The Cure, Refused, New Found Glory, Sunny Day Real Estate, Failure, mid to late 90’s pop rock (Third Eye Blind, Semisonic, Filter) and NSync… and many others.
Músicas favoritas para tocar ao vivo:
“For A Pessimist, I’m Pretty Optimistic”
Lugares favoritos:
Nashville, TN, anywhere in California, Tokyo, Japan, or Brisbane and Melbourne, Australia
Coisas favoritas:
Música alta nas viagens, nossa van de 12 passageiros, a turnê Warped Tour, o centro de Franklin, pescar, dançar, Sam and Zoe’s de almoço quando estamos ensaiando em Nashville para turnês, ir ao cinema, e um chá de soja 6 pump extra quente sem água (aparentemente, é a bebida favorita da Madonna, então eu experimentei e agora todas as idas ao Starbucks giram em torno dessa bebida! Vocês deviam experimentar).
5 Pratos favoritos:
01. Frango com nozes do Sr. Farro… na verdade, qualquer prato do Sr. ou Sra. Farro.
02. Todas as comidas que tenham montes de queijo (Porque normalmente é proibido, por causa da voz).
03. Churrasco
04. Tijuana wrap do Sam and Zoe’s em Berry Hill, TN
05. Salmon and tuna sashimi
Última leitura:
“Little Girls Wiser Than Men,” uma pequena história por Leo Tolstoy
banda
“Eu raramente acho uma banda que me faz sentir impulsionado a trabalhar com ela logo após o único encontro”, diz John. “Eu sabia que eu tinha que produzir o cd do Paramore antes mesmo de conhecer os integrantes da banda. O talento, sinceridade e dedicação da banda supera outras muitas”.Em Março de 2005, o Paramore temporariamente mudou-se para Orlando, Florida por alguns meses. Com abrangentes obrigações da turnê em seu futuro imediato, a banda sentiu que eles deveriam se preparar intensivamente em todos os aspectos de sua vida musical antes de gravar All We Know Is Falling.
“Nós queríamos escapar das distrações de casa e só ensaiar, escrever músicas, gravar e fazer shows- todas as coisas que uma banda faz”, diz Hayley.
Josh acrescenta, “Nós tínhamos muita saudade de casa. Mas era demais poder acordar e nos dedicar cem por cento a tocar nossa música”.
Enquanto na Florida, Paramore começavam reuniões para sua primeira e muito antecipada coleção completa, trabalhando com os produtores James Wisner (Dashboard Confessional, Further Seems Forever, Underoath) e Mike Green (Yellowcard, The Black Maria). A banda também alistou o baixista John Hembree para preencher uma posição vazia e se ajustar. Eles gravaram novas faixas como “Emergency” e “Pressure” que apresentam um entusiasmo musical e profundidade nas letras bem além da relativa idade dos integrantes. Completando seu estilo vocal bem sincero, Williams tem se esforçado muito para expor sua vida e emoções em suas canções.
Paramore ganhou moral para suas próprias performances ao vivo, que incluiu datas ao lado de Less Than Jake, Anberlin e Copeland, assim como bem conceituadas performances na turnê The Fueled By Ramen & Friends Tour, The Taste of Chaos Tour e The Bamboozle Festival. Com o Vans Warped Tour deste verão em seus horizontes, mais fãs encantados vão certamente acompanhar.
“Amamos fazer música juntos. Nós nos divertimos muito no palco, nos sentimos tão vivos quando estamos tocando. Estamos empolgados para que o mundo ouça nossas músicas e esperamos que eles gostem do que ouvirem. Mal podemos esperar para sair por aí mais e ter pessoas vendo como nossa banda é de verd
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